Café Colonial e Bingo

4 \04e dezembro \04e 2008

O CEPEC convida você para um gostoso CAFÉ COLONIAL
no sábado dia 06/12 das 17 às 19 horas.
Após o café, às 19:30 faremos um BINGO.
cafecolonial
Contamos com sua presença!

Rua Henrique Correia, 345 B no Bairro Alto – Curitiba


Evangelho no Lar

22 \22e novembro \22e 2008

O que é o Culto do Evangelho no Lar? Culto no Lar é a reunião íntima e informal que todos nós devemos realizar em nossas casas com os nossos familiares em benefício da harmonização do lar

Como devemos realizá-lo?

Primeiro, escolhemos um dia da semana e hora certa para fazê-lo. Reunimos os nossos familiares. Lemos uma página de ambientação, (nós, particularmente, gostamos muito do livro “Jesus no Lar”). Em seguida, fazemos uma prece. Em seguida, lemos um trecho do Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec.

Após a leitura, iniciamos uma conversa fraterna sobre as páginas lidas. E, depois, uma prece de encerramento. Podemos colocar, também, água a ser fluidificada, para depois bebermos.

Isso não é uma regra, porque ela pode ser adequada as necessidades de cada família. Por exemplo, quem tem crianças, para que elas possam, também, participar, é interessante fazermos leituras de textos adequados à faixa etária das crianças. Outros gostam de fazer leitura de O Livro dos Espíritos. Outros, das obras de André Luiz. Mas sempre se deve fazer a leitura de O Evangelho Segundo o Espiritismo, porque a finalidade precípua é fazer o Culto do Evangelho no Lar.

Para que fazemos isso?

Todos nós sabemos que temos amigos espirituais e aqueles que não são muito amigos. E mesmo às vezes em nossas famílias, nem todos os espíritos, ali reunidos, são espíritos afins. Muitas das vezes, nos reunimos em família para aprendermos a amar e perdoar. E o Culto do Evangelho no Lar funciona como um elemento catalisador, harmonizador, evangelizador para todos os que ali estão.

Quais são os benefícios?

O entendimento, a aproximação, a pacificação e a harmonização.

O Culto do Evangelho no Lar tem as maiores variações possíveis. Ele não só serve para o nosso lar, como também serve como um foco de luz para a nossa vizinhança, e até mesmo para a nossa rua e a nossa localidade, onde moramos. Muitos poderão dizer: Mas, a única pessoa espírita em minha casa sou eu! Outros poderão dizer: Eu moro sozinho. Outros poderão dizer: Eu não tenho condição espirituais para dirigir um culto. E eu só posso dizer o seguinte: Sejam quais forem as dificuldades, tentem, comecem, façam.

Vou citar uma experiência de uma companheira, que é muito interessante e nos foi passado no atendimento fraterno: jovem, espírita, acostumada a fazer o Culto do Evangelho no Lar, casou-se com um rapaz que tinha o vício do alcoolismo e tentou implantar no seu novo lar, o culto. O seu esposo, embora pessoa boa, todas as vezes que se alcoolizava transformava-se em um homem extremamente violento. E a jovem procurava fazer o seu culto em dias que ela achava que ele não iria beber. Mas parecia que um “mosquitinho” cochichava no ouvido dele, e por mais que ela mudasse os dias de semana para a realização do seu culto, era justamente naquele dia que ele bebia. E chegava em casa no horário certo do culto. Fazia uma arruaça, rasgava o Evangelho, dizia que não queria aquelas práticas dentro de sua casa. E a jovem, por ser muito convicta da utilidade do Culto no Lar, teve uma feliz idéia: passou a fazer o seu culto dentro do box do banheiro, utilizando já o seu Evangelho todo desfolhado… Passaram-se anos. O nosso amigo ficou muito doente e, com a perseverança da nossa jovem, ele passou a sentar-se à mesa para fazer o culto junto com a sua família. Alguns anos depois, o seu esposo desencarna e numa comunicação que ele dá, agradece a Deus o bem que fez ao seu espírito aquelas reuniões de culto no lar que ele participou.

Por isso, meus queridos, não deixem de fazer o Culto do Evangelho no seu lar, ou, ao menos, o hábito da leitura do evangelho. Temos companheiros que, devido a dificuldade de horários da família, (trabalho, estudo etc), fazem uma leitura do Evangelho diariamente, na hora do café, ou do jantar ou do almoço. O importante é a presença da leitura do Evangelho Segundo o Espiritismo em nossos lares.

Publicado na Revista Cristã de Espiritismo
Ao usar o texto, por favor, citar a fonte


Curso de Evangelização Espírita Infanto-Juvenil

12 \12e outubro \12e 2008

O CEPEC tem a grata satisfação em convidar você para o Primeiro Curso de Evangelização Espírita Infanto-Juvenil que será ministrado pela Amiga Jurema Santos.

O Curso está agendado para os seguintes domingos:

19/10/08

das 15:00 às 18:00h

02/11/08

das 09:00 às 12:00h

23/11/08

das 09:00 às 12:00h

07/12/08

das 09:00 às 12:00h

Confirme sua presença pelo e-mail: evangelização.cepec@hotmail.com ou deixando seu nome na secretaria do CEPEC.


Palestra de José Maria de Medeiros Souza

8 \08e outubro \08e 2008

No dia 25 de Outubro, sábado, às 20:00 teremos uma palestra especial de José Maria de Medeiros Souza. Médium e expositor, autor de diversos livros psicografados, é fundador e atual presidente da Instituição Assistencial Espírita Lar Albert Schweitzer de Suzano – SP.

Lista de alguns livros publicados.
Mais informações sobre o palestrante.


Guia-me, luz benigna

30 \30e setembro \30e 2008

Huberto Rohden

Guia-me, luz benigna, no meio das trevas que me cercam!…

Ilumina as veredas que meus pés palmilham…

Não te peço que me rasgues vastos horizontes, soberbos panoramas, dilatadas perspectivas…

Suplico-te apenas, ó luz benigna, que ilumine o modesto espaço que cada passo tem mister…

Basta-me um passo, um passo apenas, porque tu sabes onde ponho o pé…

Guia-me, seguro, por escarpas e alcantis…

Guia-me, quando alegrias me exaltam e sofrimentos me deprimem…

Guia-me quando amigos me louvam e inimigos me vituperam, para que eu não julgue melhor nem pior do que sou a teus olhos…

Guia-me, luz benigna, para que nenhuma injustiça me faça injusto…

Que nenhuma ingratidão me faça ingrato…

Que nenhuma amargura me faça amargo…

Que nenhuma maldade me faça mau…

Que eu queira antes sofrer todas as injustiças do que cometer uma só…

Guia-me, luz benigna, e mostra-me que todas as coisas, mesmo as mais pequeninas, são grandes, quando feitas com grandeza de alma…

Guia-me rumo à humilde grandeza de servir, longe da soberba mesquinhez de querer ser servido…

Guia-me cada vez mais longe de mim, cada vez mais perto de ti…

Bem perto de ti…

Ó luz benigna!…

(do livro “Imperativos da Vida” de Huberto Rohden)


A veneranda Joana de Ângelis

15 \15e setembro \15e 2008

Escrito por Maria Aparecida Romano

Mediunidade é comunicação, logo, o fenômeno mediúnico é a relação entre dois espíritos através de uma sintonia mental. A mediunidade da escrita (psicografia) ocorre em toda a parte, contando com o concurso de médiuns que vêm desempenhando tarefas de projeção, todos propugnando o engrandecimento dos postulados espíritas. O conhecido médium brasileiro Divaldo Pereira Franco, sob a orientação de benfeitores espirituais, tem obtido mensagens inspiradas, especialmente por um que durante muito tempo se apresentou como “um espírito amigo”.

Ocultando-se no anonimato, à espera do instante oportuno, se fez conhecida, um dia, a Divaldo: “Chamo-me Joanna de Ângelis”. Desde então, o perseverante médium passou a vê-la e ouvi-la diariamente com a aparência de uma freira, psicografando mensagens curtas, revelando-se acima de tudo, na condição de mãe terna e amorosa, cuja presença, sempre atenta e vigilante, bondosa e sábia, foi despertando intensa curiosidade a seu respeito. Afinal, quem seria esse espírito? Para revelar a seu dedicado filho o seu surpreendente retrospecto reencarnacionista, transfigurou-se para que todos pudessem conhecê-la melhor.

Nas estradas dos séculos vamos encontrar Joanna de Ângelis na mansa figura de Joanna, mulher de rara dedicação e nobre caráter, casada com Cusa, intendente de Herodes Ântipas, tetrarca da Galiléia (4 a. C. a 39 d. C.). É mencionada no Evangelho de Lucas (VIII. v.v. 2 a 3): “Algumas piedosas mulheres que haviam sido curadas por Jesus, entre elas Maria, chamada Madalena; Joanna esposa de Cusa; Suzana e muitas outras; acompanhavam o nazareno nas suas pregações e lhe prestavam assistência com seus bens”. O fato gerou a reprovação do esposo que não lhe compartilhava os anseios de espiritualidade, não aceitando a doutrina daquele mestre que Joanna seguia.

Angustiada pela intolerância do esposo, Joanna buscou a orientação sábia de Jesus que traçou-lhe um roteiro de conduta para viver com resignações. Ao invés de convidá-la para segui-lo pelas estradas da Galiléia, aconselhou-a a servi-lo dentro do próprio lar atendendo seu esposo com dedicação. A fiel Joanna deveria aproveitar o máximo as lições que esse convívio lhe oferecia, proporcionando oportunidade de burilamento, recurso intermediário para atingir o fim que ela se propôs para a evolução espiritual.

Cusa, após uma vida tumultuada e inditosa, faleceu, deixando Joanna sem recursos e um filho para criar. Esquecendo o conforto e a nobreza material na sociedade de Cafarnaum dedicou-se aos afazeres domésticos, tornando-se ao mesmo tempo um verdadeiro exemplo de pessoa cristã, no atendimento aos necessitados. Joanna é novamente mencionada no Evangelho de Lucas (XXIV. v.v. 1 a 3 ): ” Na manhã de Páscoa, primeiro dia da semana, ao nascer da aurora, Maria de Magdala, Joanna de Cusa e Maria, mãe de Tiago entre outras foram ao sepulcro com os aromas que tinham preparado. Encontraram a pedra rolada para longe da abertura do sepulcro, entraram e não acharam ali o corpo de Jesus”.

No ano de 65 da Era Cristã, em Roma, após violento incêndio idealizado pelo imperador Nero, destruindo parcialmente a cidade, os seguidores da “seita do nazareno”, a quem o sinistro foi atribuído, sofreram cruéis perseguições. Já idosa, Joanna foi levada ao “circo dos martírios (Coliseu) com seu jovem filho e mais 500 cristãos para testemunhar o amor a Jesus. A corajosa discípula de Jesus, mesmo com o corpo consumido pelas labaredas não pronunciou uma palavra de negação à sua crença, morreu perdoando os carrascos.

A irmã franciscana

No século XI, Francisco de Assis, transmitindo sábias palavras e gestos amorosos, marcou o início do movimento franciscano, que seria conhecido como Ordem dos Frades Franciscanos. Clara de Assis, que compartilhava dos mesmos ideais de amor e doação ao próximo, tornou-se a primeira religiosa franciscana, fundando em 1212 a Ordem das Clarissas, responsabilizando-se pela continuidade do ideal de Francisco. Vamos encontrar Joanna, nessa época, talvez, na Ordem fundada por Clara, sob os postulados de caridade preconizados.

No século XVII, Joanna renasceu em 1651 na pequenina San Miguel Neplanta, cerca de 80 quilômetros da cidade do México, com o nome de Juana de Asbaje y Ramirez de Santillana, filha do basco D. Manuel Asbaje e da indígena Isabel Ramirez de Santillana. Foi criança precoce. Aos três anos de idade aprendeu as primeiras letras, aos cinco fazia versos e aos seis dominava o idioma pátrio. Aos 12 anos, residindo na capital do México, aprendeu latim e português, falava corretamente Nahuatle, língua indígena dos Nacas, geralmente chamados de Astecas, além de possuir habilidade para os afazeres comuns às mulheres da época.

Ansiosa por compreender a Deus, ingressou aos 16 anos no Convento das Carmelitas Descalças, ordem reformada por Tereza D’Ávila, porém, desacostumada com a rigidez ascética, adoeceu e retornou à Corte. Seguindo a orientação de seu confessor, foi para a Ordem de São Jerônimo da Conceição tomando o nome de Sóror Juana Inés de La Cruz. Cercada por inúmeros livros e instrumentos musicais, Juana estudava, escrevia poemas, peças religiosas e compunha músicas sacras. Freqüentemente visitada por intelectuais, a “linda monja da biblioteca”, como era conhecida, sempre dizia: “pela compreensão o homem se trona superior aos animais”.

Juana fez-se competente em teologia moral e dogmas, medicina, astronomia e direito canônico. Criou um sistema simples de anotar música e ganhou fama como pintora. Buscando na História dezenas de vultos femininos que marcaram época pela sabedoria e competência citando feitos e influências, defendeu o direito da mulher de pregar livremente.

Em 1695 houve uma epidemia de peste na região. Juana socorreu durante dia e noite as suas irmãs religiosas como a maioria da população. Juana, tombou vencida aos 44 anos de idade.

Passados 66 anos, em 11 de dezembro de 1761, Joanna reencarnaria em Salvador, Brasil, filha de uma abastada família. Aos 21 anos de idade entrou no convento franciscano Nossa Senhora da Lapa, com o nome de Sóror Joanna Angélica de Jesus. Entre 1795 e 1801 exerceu diversos cargos burocráticos na comunidade, assumindo a função de vigária. Eleita abadessa em 1814, esteve à frente do convento até 1817.

Nesse período, em todo o território brasileiro, era crescente a agitação revolucionária visando a separação do Brasil de Portugal. O imperador D. Pedro I, no dia 7 de setembro de 1822, quando regressava do Rio de Janeiro, ao receber despachos de Lisboa noticiando medidas reacionárias tomadas pela Corte Portuguesa, declarou às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, a independência do Brasil consolidando-se o sentimento de separação. Na Bahia, as tropas portuguesas comandadas pelo brigadeiro Inácio Luiz Madeira de Maia resistiram tenazmente travando conflitos sangrentos.

No dia 19 de fevereiro de 1823, quando as tropas investiram no mosteiro de Nossa Senhora da Lapa, no qual a sóror Joanna Angélica era superiora, saiu-lhes à entrada intimidando-os com a cruz alçada, a não profanarem o abrigo das filhas do Senhor. Resistiu valentemente, mas não lhe valeu a coragem e, ali mesmo, caiu varada a golpes de baioneta. Com seu martírio, deu tempo às noviças escaparem, refugiando-se no Convento da Soledade. Recebeu socorros, vivendo, porém, poucas horas, desencarnando no dia seguinte. Tombando numa luta pelos ideais de liberdade, sóror Joanna Angélica de Jesus tornou-se mártir da independência do Brasil.

Joanna e a Codificação

Prosseguindo sua caminhada no mundo espiritual, Joanna estagia numa bonita região próxima da crosta terrestre como verdadeira amiga e benfeitora, orientando as criaturas através dos séculos para Jesus e para o bem. Na metade do século XIX, quando os ventos da codificação sopraram na Europa e na América, foram convocados espíritos de boa vontade dispostos ao trabalho; na ocasião, Joanna ofereceu valiosa colaboração integrando a equipe do Espírito da Verdade, que trouxe ao mundo material revelações valiosas, dando cumprimento à promessa do Cristo. O Evangelho Segundo o Espiritismo, mensagens assinadas por um “Espírito Amigo” apresenta Jesus como o modelo das nossa atitudes, em qualquer situação.

No século XX, quando vários espíritos ligados a Joanna se preparavam para reencarnar, reuniu a todos e planejou construir na Terra, sob o céu da Bahia, no Brasil, uma cópia da comunidade onde estagiava no Plano Espiritual. No dia 15 de agosto de 1952 foi inaugurada a Mansão do Caminho, nome dado em alusão à Casa do Caminho dos primeiros cristãos, com o objetivo de criar uma experiência educativa que demonstrasse a viabilidade de se viver numa comunidade realmente cristã nos tempos modernos.

Em 1964, através de Joanna, o médium Divaldo Pereira Franco publicou seu primeiro livro, Messe de Amor, marco inicial de uma centena de livros através dos quais Joanna procura confortar os mais diversos leitores e necessitados, iluminando mentes à luz do Evangelho. São páginas ricas de consolação que são distribuídas para várias partes do mundo traduzidas para vários idiomas, imprimindo nos corações carentes de luz a mensagem de amor do Mestre da Galiléia.

Publicado na Revista Cristã de Espiritismo – ed. 32

Ao utilizar este texto, favor citar o autor e a fonte


31 Preceitos da Espiritualidade – 31 – A caridade é meu objetivo de todo dia

31 \31e agosto \31e 2008

Neste mês, estamos publicando por partes o texto “31 Preceitos da Espiritualidade”. Um preceito para cada dia do mês.

31. A CARIDADE É MEU OBJETIVO DE TODO DIA.

Chegamos ao fim do mês, fizemos todas as reflexões sobre Os Preceitos da Espiritualidade. Pensemos então:

  • A quantas pessoas ajudamos desinteressadamente, sem contar a ninguém, sem nos vangloriarmos dos nossos feitos?
  • Quantos pensamentos dignificantes dirigimos àqueles que sofrem com os desvios comportamentais e morais?
  • Quantas vezes você exercitou a sua paciência, sendo compreensivo, explicando a mesma coisa milhões de vezes?
  • Quantas vezes você ouviu o seu próximo, chorou com ele, acalmou quem tinha sede de compreensão, foi solidário?
  • Quantas vezes sua meta não foi apenas os bens materiais, o lucro, a vitória sobre seu adversário, não combateu o bom combate?

Não nos esqueçamos das palavras de Jesus:

“SEM A CARIDADE, NÃO HÁ SALVAÇÃO!”
Não deixemos então a mão esquerda saber o bem que a direita praticou!

Anteriores
1. Deus é meu pai
2. A natureza é minha mãe

3. O universo é meu caminho
4. A eternidade é meu reino
5. A imortalidade é minha vida
6. A mente é minha casa
7. O coração é meu templo
8. A verdade é meu culto
9. O amor é minha lei
10. A forma é minha manifestação
11. A consciência é meu guia
12. A paz é meu abrigo
13. A experiência é minha escola
14. O obstáculo é minha lição
15. A dificuldade é meu estímulo
16 – A alegria é meu cântico
17 – A dor é meu aviso
18 – A luz é minha realização
19 – O trabalho é minha bênção
20 – O amigo é companheiro
21 – O adversário é meu instrutor
22 – O próximo é meu irmão
23 – A luta é minha oportunidade
23 – A luta é minha oportunidade
24 – O passado é minha advertência
25 – O presente é minha realidade
26 – O futuro é minha promessa
27 – O equilíbrio é minha busca contínua
28 – A ordem é minha senha
29 – A beleza é meu ideal
30 – A perfeição é meu destino

Baseado em artigo publicado no Jornal Estado do Paraná em 2007.